02/12/2025 – Atualizado em 04/12/2025 14h39
Por Redação
Enquanto muitas artistas de mandalas passam horas tecendo, estudando novas técnicas e testando combinações de cores, uma sensação incômoda cresce em silêncio:
“Por que minhas vendas não acompanham o meu esforço?”
Do outro lado da tela, porém, existe um grupo menor de artistas que parece viver outra realidade.
Elas vendem mais, atraem clientes melhores e conseguem cobrar valores que muitas nem ousam colocar no catálogo.
O que diferencia esses dois mundos?
Nossa equipe foi ouvir Tamie Saita, youtuber e criadora do Método 8PGP, que vem defendendo uma tese simples e dura:
“Não é a quantidade de mandalas que você faz.
É a forma como o mundo vê você.”
Nesta reportagem em formato de entrevista, você vai entender:
por que o seu portfólio pode estar te sabotando
como uma única mandala grandiosa muda tudo
e por que sem ajuste de ponto, sua mandala parece bonita na foto, mas “denuncia” amadorismo ao vivo
No final, Tamie faz um convite direto para quem quiser dar um passo prático: participar de uma aula gratuita de ajuste de ponto, exclusiva para mandaleiras que querem se posicionar como artistas, e não apenas artesãs.
Tamie Saita nos recebe sorrindo, mas não demora a ir direto ao ponto:
“Eu vejo muita artista exausta, com dezenas de peças prontas, achando que precisa produzir mais para vender mais.
Só que o problema não é a técnica, não é o ponto, não é a cor.
O problema é como o mundo enxerga você.”
Segundo Tamie, a maioria das mandaleiras está presa numa lógica perigosa:
quanto mais peças, mais chances de vender.
Na prática, o efeito é o oposto:
cansaço, sensação de invisibilidade e portfólio confuso.
“Artista que vende muito não é a que produz sem parar.
É a que constrói um portfólio de excelência, um portfólio cinco estrelas, que comunica autoridade e grandiosidade.”
Perguntamos a Tamie como, exatamente, um portfólio de excelência muda a percepção do público.
Ela responde sem hesitar:
“Um portfólio de excelência faz três coisas:
ele constrói autoridade, define posicionamento e cria conexão emocional.”
Na prática, isso significa:
sair da imagem de “moça que faz mandala”
e assumir o lugar de artista com nome, presença e estilo próprio
Tamie reforça uma frase que se repete nas suas aulas:
“Seu portfólio não é o seu cartão de visita.
Ele é o seu cartão de autoridade.”
Quando o cliente entra no perfil e vê obras suntuosas, grandes, bem fotografadas, com a artista ao lado delas, algo muda internamente:
“A reação é essa: ‘gente, ela não é uma artesã… ela é uma ARTISTA’.
E, quando isso acontece, o jogo muda.”
Um dos pontos mais fortes da entrevista é quando Tamie fala sobre o que, de fato, o cliente compra.
“O cliente não compra só a mandala.
Ele compra o que sente quando olha para ela.”
Segundo ela, a mandala carrega:
sensação de paz
mistério
harmonia e simetria
beleza e simbologia
um toque de misticismo, como a ideia de que “a mandala escolhe a pessoa”
Mas há algo ainda mais profundo:
“Antes de pensar em comprar, o cliente vai ao seu perfil em busca de referências.
Ele quer saber se confia em você, se se identifica com você, se gosta da sua energia.”
É aqui que entra o conceito central do trabalho de Tamie: a autoridade emocional.
Perguntamos a Tamie o que é, na prática, essa tal autoridade emocional.
Ela explica:
“Autoridade emocional é a sensação silenciosa de que você é autêntica, segura e sabe o que está fazendo.
Não é arrogância. É coerência.”
Ela nasce de três elementos:
Apresentação das obras
– fotos pensadas, boa luz, escala humana, portfólio organizado.
História da artista
– sua jornada, seus porquês, como você fala da sua arte e do seu dia a dia.
Energia transmitida
– muitos clientes acreditam que estão levando também as boas energias de quem teceu.
“Quando o portfólio comunica isso, o cliente não sente que está comprando só um objeto decorativo.
Ele sente que está levando um pedaço do seu universo para casa.”
Entre os conceitos que Tamie apresenta, um chama atenção: a mandala grandiosa.
Ela não fala de qualquer peça. Fala daquela mandala suntuosa, grande, marcante, que domina uma parede e prende o olhar.
“Eu gosto de comparar com um farol.
Não é um monte de luz fraca que orienta um navio.
É um único facho forte e bem posicionado.”
No portfólio, essa mandala grandiosa é esse facho.
Ela:
chama atenção imediata
comunica grandiosidade e segurança
atrai um público mais premium
ajuda a posicionar a artista em outro patamar
Tamie afirma que uma única peça bem pensada pode:
dobrar ou até triplicar as vendas
funcionar como “vendedora” das outras peças menores
abrir espaço para encomendas de alto valor
Mas há um detalhe essencial:
“A artista precisa aparecer ao lado dessa mandala.
A foto com você ali, sorrindo, mostrando a escala humana, é o que faz o cliente entender o tamanho e a potência da obra.
Muitas vezes, é nesse momento que ele te vê, de verdade, pela primeira vez.”
Além do impacto no público, Tamie destaca um efeito silencioso e poderoso: o impacto na própria artista.
“Quando uma mandaleira tece uma mandala grandiosa, algo muda dentro dela.
Ela passa a se ver como alguém capaz de criar algo grande.
Ela começa a entender que está construindo um legado, não apenas produzindo peças.”
Segundo Tamie, essa mudança de visão sobre si mesma:
muda a postura
muda a maneira de falar do próprio trabalho
muda o tipo de cliente que ela passa a aceitar (e o que deixa de aceitar)
Se a leitora fosse levar apenas uma síntese dessa conversa, Tamie resumiria assim:
“Um portfólio de excelência precisa construir três certezas dentro do cliente.”
Percepção de valor elevado
– “Essa artista é diferente. Ela está em outro nível.”
Confiança e conexão emocional
– “Eu gosto dela, confio nela, quero algo dela na minha casa.”
Desejo de fazer parte daquele universo
– “Eu quero levar essa energia, essa história e esse estilo de vida para o meu espaço.”
Quando isso acontece, a mandala deixa de ser “um enfeite bonito” e passa a ser um investimento afetivo e simbólico.
É isso que faz o cliente aceitar o prazo, respeitar o valor e aguardar ansiosamente pela peça.
Em meio à conversa sobre portfólio, Tamie faz questão de tocar em um ponto técnico que, segundo ela, derruba a autoridade de muitas artistas: o ponto frouxo.
“Tem mandala que, na foto, parece linda.
Mas, quando o cliente pega na mão, o ponto frouxo denuncia amadorismo.”
Ela explica que, sem ajuste correto do ponto:
a peça não fica firme
os fios cedem com o tempo
o acabamento perde impacto
a sensação de “obra premium” simplesmente não acontece
“Você pode ter uma boa ideia, uma boa paleta de cores e até um bom desenho.
Mas, se o ponto estiver frouxo, a mandala não transmite autoridade.
Parece bonita de longe, mas não sustenta o valor de perto.”
É por isso que Tamie decidiu dar um passo a mais.
Ao final da entrevista, Tamie faz um convite claro para quem se sentiu tocada por essa conversa.
“Se você produz, mas sente que seu trabalho ainda não é visto do tamanho que poderia…
e se você desconfia que o ponto frouxo pode estar ‘derrubando’ a percepção do cliente…
eu quero te convidar para uma aula gratuita de ajuste de ponto.”
Essa aula será oferecida em um ambiente fechado, para quem entrar em um grupo específico.
Na aula, Tamie promete mostrar:
como ajustar o ponto para que a mandala fique firme, bem acabada e com aspecto profissional
por que o ajuste de ponto é parte da construção de autoridade, e não apenas um detalhe técnico
como o ponto certo ajuda a sustentar um portfólio premium, alinhado com a ideia de “artista cinco estrelas”
“Sem esse ajuste, a mandala fica bonita só de longe.
Com o ajuste, ela aguenta o olhar de perto.
E é de perto que o cliente decide se paga ou não paga o que você vale.”
Para participar da aula gratuita de ajuste de ponto com Tamie Saita, basta:
Entrar no grupo exclusivo pelo botão abaixo
Aguardar a confirmação da data e horário da aula
Levar suas dúvidas e, se quiser, fotos das suas mandalas para comparar antes e depois
[BOTÃO / CHAMADA] Quero entrar no grupo da aula gratuita de ajuste de ponto
Este editorial não é apenas uma reflexão sobre arte.
É um convite para ação.
Se, enquanto lia, você sentiu que:
produz mais do que o mundo enxerga
seu ponto pode estar tirando a força da sua mandala
e está pronta para ser vista como artista, e não como “mais uma artesã”
então o próximo movimento é claro:
entre no grupo e garanta sua vaga na aula gratuita de ajuste de ponto.
Talvez seja exatamente esse ajuste — no ponto e no posicionamento — que o seu portfólio está pedindo há muito tempo.
Claudia da Silva Pereira há 8 minutos
Realmente esse é a melhor Mentora, já faz 1 mês que estou tomando e já sinto uma diferença enorme na minha pele
Nilsa Pelegrini há 1 minutos
Nossa que bom saber que está funcionando! Vou comprar agora mesmo!!
Ana Clara há 4 minutos
Eu estava em dúvida pois não sabia se era confiável, mas se até a Nicole Bahls está usando com certeza é de qualidade
Nilsa Maria há 8 minutos
É sim, é uma maravilha!
Se a leitora fosse levar apenas uma síntese dessa conversa, Tamie resumiria assim:
“Um portfólio de excelência precisa construir três certezas dentro do cliente.”
Percepção de valor elevado
– “Essa artista é diferente. Ela está em outro nível.”
Confiança e conexão emocional
– “Eu gosto dela, confio nela, quero algo dela na minha casa.”
Desejo de fazer parte daquele universo
– “Eu quero levar essa energia, essa história e esse estilo de vida para o meu espaço.”
Quando isso acontece, a mandala deixa de ser “um enfeite bonito” e passa a ser um investimento afetivo e simbólico.
É isso que faz o cliente aceitar o prazo, respeitar o valor e aguardar ansiosamente pela peça.
Em meio à conversa sobre portfólio, Tamie faz questão de tocar em um ponto técnico que, segundo ela, derruba a autoridade de muitas artistas: o ponto frouxo.
“Tem mandala que, na foto, parece linda.
Mas, quando o cliente pega na mão, o ponto frouxo denuncia amadorismo.”
Ela explica que, sem ajuste correto do ponto:
a peça não fica firme
os fios cedem com o tempo
o acabamento perde impacto
a sensação de “obra premium” simplesmente não acontece
“Você pode ter uma boa ideia, uma boa paleta de cores e até um bom desenho.
Mas, se o ponto estiver frouxo, a mandala não transmite autoridade.
Parece bonita de longe, mas não sustenta o valor de perto.”
É por isso que Tamie decidiu dar um passo a mais.
Ao final da entrevista, Tamie faz um convite claro para quem se sentiu tocada por essa conversa.
“Se você produz, mas sente que seu trabalho ainda não é visto do tamanho que poderia…
e se você desconfia que o ponto frouxo pode estar ‘derrubando’ a percepção do cliente…
eu quero te convidar para uma aula gratuita de ajuste de ponto.”
Essa aula será oferecida em um ambiente fechado, para quem entrar em um grupo específico.
Na aula, Tamie promete mostrar:
como ajustar o ponto para que a mandala fique firme, bem acabada e com aspecto profissional
por que o ajuste de ponto é parte da construção de autoridade, e não apenas um detalhe técnico
como o ponto certo ajuda a sustentar um portfólio premium, alinhado com a ideia de “artista cinco estrelas”
“Sem esse ajuste, a mandala fica bonita só de longe.
Com o ajuste, ela aguenta o olhar de perto.
E é de perto que o cliente decide se paga ou não paga o que você vale.”
Para participar da aula gratuita de ajuste de ponto com Tamie Saita, basta:
Entrar no grupo exclusivo pelo botão abaixo
Aguardar a confirmação da data e horário da aula
Levar suas dúvidas e, se quiser, fotos das suas mandalas para comparar antes e depois
[BOTÃO / CHAMADA] Quero entrar no grupo da aula gratuita de ajuste de ponto
Este editorial não é apenas uma reflexão sobre arte.
É um convite para ação.
Se, enquanto lia, você sentiu que:
produz mais do que o mundo enxerga
seu ponto pode estar tirando a força da sua mandala
e está pronta para ser vista como artista, e não como “mais uma artesã”
então o próximo movimento é claro:
entre no grupo e garanta sua vaga na aula gratuita de ajuste de ponto.
Talvez seja exatamente esse ajuste — no ponto e no posicionamento — que o seu portfólio está pedindo há muito tempo.
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